Geração
Primeira Carroceria
O Fiat Siena foi apresentado em junho de 1997 na Argentina. Começou a ser produzido na planta industrial de Córdoba, que dividia operações com a Peugeot desde 1980. As primeiras versões disponíveis no mercado brasileiro eram as EL — de acabamento simples, e que podia vir equipada com motor 1.6, 8 ou 16 válvulas, com potência de 82 ou 106cv — e a HL, luxuosa e com o motor 16V de série.Ao contrário dos outros modelos da família Palio, o estilo da primeira geração, projetada pelo estúdio I.DE.A, não agradou o mercado. A traseira baixa e de desenho liso demais (classificada de "inexpressiva" pela imprensa especializada) não ajudava a alavancar as vendas.Com o aumento pela demanda de pequenos sedãs equipados com motor 1.0 no Brasil, no início de 1998 a Fiat apresentou o Siena 6 Marchas, equipado com o motor Fiasa 1.0 8V de 61cv e o câmbio de 6 marchas, com escalonamento das marchas mais curto que a versão de cinco velocidades que equipava o hatch. O acabamento era simples, os para-choques não recebiam pintura e as rodas eram aro 13. Em junho do mesmo ano, o motor 1.6 8V recebia injeção multi-ponto, elevando sua potência para 92cv.
Segunda Carroceria
Assim como Palio, a primeira reestilização do modelo foi feita pela ItalDesign, estúdio do renomado estilista Giorgetto Giurgiaro, no ano de 2001. Os faróis e a grade dianteira estavam mais estreitos e retangulares, e o capô tinha vincos acentuados. Na traseira, elegantes lanternas retangulares e a placa de identificação na tampa do porta-malas deixaram o desenho muito mais elegante, e o mercado respondeu prontamente com um significativo aumento das vendas do modelo. Os motores disponíveis eram os Fire 1.0 8V de 55cv, o Fire 1.0 16V com 70cv, o Fire 1.3 16V de 80cv, o 1.5 8V a Álcool (no Brasil) 8V de 77cv e o 1.6 16V de 106cv. A antiga versão equipada com câmbio de seis marchas foi descontinuada no ano anterior.Em 2002, alguns mercados substituíam o Siena por uma versão com entre-eixos alongado, traseira mais baixa com lanternas estreitas, chamada de Albea. Já no Brasil, em 2003, aproveitando um acordo de fornecimento de motores com a General Motors, o motor 1.6 16V, que sofria com os altos preços de importação da Itália, era substituído por um 1.8 8V de 103cv.
Terceira Carroceria
Novamente o estúdio ItalDesign foi chamado para reestilizar o modelo, que recebeu os faróis de formato irregular do hatchback e elegantes lanternas traseiras horizontais. Apesar de manter basicamente as mesmas linhas desde 1996, o resultado final agradou ao público e à imprensa especializada. O painel tinha novo desenho e seu acabamento interno era de melhor qualidade em relação aos das gerações anteriores. Uma versão com o estilo da 2° geração, motor 1.0 e acabamento básico, chamada de Fire, permaneceu como versão de entrada do modelo até julho de 2006, quando recebeu o estilo atual. Os motores disponíveis eram os 1.0, 1.3 Flex e 1.8, com 65, 71 e 103 cavalos, respectivamente. Em 2005 o motor 1.3 deu lugar ao 1.4 Flex de 80cv, e em 2006 o modelo foi o primeiro carro brasileiro que podia ser abastecido com álcool, gasolina, gás e nafta (gasolina sem a adição de álcool obrigatória na gasolina brasileira).
Quarta Carroceria
No dia 30 de novembro de 2007 a Fiat apresentou o novo Siena G4. A Fiat tentou diferenciá-lo do Palio com faróis bi-parábolas, grade e para-choques dianteiros diferentes dos do modelo hatch; a traseira lembra a do Alfa Romeo 159; o motor 1.0 passou de 65cv (G) ou 66cv (A) para 73cv (G) ou 75cv (A). O 1.4 também foi melhorado e passou de 80cv (G) ou 81cv (A) para 85cv (G) ou 86cv (A). A motorização 1.8 de origem GM não teve mudanças.No final de 2006, a Fiat do Brasil anunciou uma versão do Siena equipada com motor capaz de funcionar com quatro combustíveis diferentes. O Siena Tetrafuel pode ser abastecido com gasolina pura, gasolina brasileira (com até 25% de álcool), álcool e GNV, puros ou misturados.O sistema GNV já vem instalado de fábrica, com a vantagem de estar incorporado ao sistema de injeção eletrônica, o que permite o uso de combustíveis líquidos (gasolina ou álcool) simultaneamente com o GNV da seguinte forma: utiliza-se o combustível líquido quando o carro necessita de força, e o GNV para manter a aceleração, economizando o combustível líquido (mais caro) quando necessário, com a vantagem de se manter a potência do motor.Coisa comum nos primeiros veículos que foram convertidos para GNV, problema que normalmente é corrigido acelerando as rotações do motor por meio de de um "compensador de potência".
Segunda Geração - Fiat Grand Siena
A segunda geração do Siena foi planejada em meados de 2010, com total remodelação da carroceria, com entre-eixos maiores, novas frente e traseira, diferenciando-se do hatch que lhe deu origem. Em um teste de rotina da fábrica, um protótipo foi flagrado na Rodovia Fernão Dias, com carroceria camuflada em preto-e-branco numa velocidade estimada em 200 Km/h, semanas depois, vazou fotos da sua nova carroceria.[1][2] A nova geração é chamada de Fiat Grand Siena devido a flagras dos veículos "pré-série", onde aparecem com pouca camuflagem.[3] Foram flagrados algumas unidades sem camuflagem no pátio da montadora, mostrando total remodelação da linha.[4] No dia 22 de março de 2012, a montadora promoveu o veículo no programa Big Brother Brasil 12, dando dois carros aos participantes.
sábado, 13 de abril de 2013
Segunda geração do Palio
Segunda Geração
Em novembro de 2011, a Fiat Brasil apresentou a segunda geração do Palio. Todo o modelo foi reestilizado (dianteira, traseira, interior), e cresceu em todas direções, entre-eixos, comprimento, largura, altura e porta-malas. Os motores 1.0 EVO e 1.4 EVO são os mesmos usados na linha Uno.Tem a opção de serem decorados com adesivos colados no teto, capô, porta-traseira e colunas traseiras. Além das alterações no seu desenho, possui como opcionais, conteúdos que não havia na geração anterior, como para-brisa térmico, Sidebags e Airbags dianteiros, volante em couro com comandos de rádio, volante com borboletas de comando Dualogic, piloto automático, sistema de abertura elétrica do porta-malas, chave "tipo canivete" com telecomando, parafusos de roda antifurto. As versões lançadas para este modelo são Attractive 1.0 8V Fire EVO, Attractive 1.4 8V Fire EVO, Essence 1.6 16V E.TorQ, Essence 1.6 16V E.TorQ Dualogic, Sporting 1.6 16V E.TorQ, Sporting 1.6 16V E.TorQ Dualogic.
Em novembro de 2011, a Fiat Brasil apresentou a segunda geração do Palio. Todo o modelo foi reestilizado (dianteira, traseira, interior), e cresceu em todas direções, entre-eixos, comprimento, largura, altura e porta-malas. Os motores 1.0 EVO e 1.4 EVO são os mesmos usados na linha Uno.Tem a opção de serem decorados com adesivos colados no teto, capô, porta-traseira e colunas traseiras. Além das alterações no seu desenho, possui como opcionais, conteúdos que não havia na geração anterior, como para-brisa térmico, Sidebags e Airbags dianteiros, volante em couro com comandos de rádio, volante com borboletas de comando Dualogic, piloto automático, sistema de abertura elétrica do porta-malas, chave "tipo canivete" com telecomando, parafusos de roda antifurto. As versões lançadas para este modelo são Attractive 1.0 8V Fire EVO, Attractive 1.4 8V Fire EVO, Essence 1.6 16V E.TorQ, Essence 1.6 16V E.TorQ Dualogic, Sporting 1.6 16V E.TorQ, Sporting 1.6 16V E.TorQ Dualogic.
Primeira Geração do Palio
Primeira Geração
Primeira Carroceria
A primeira geração do Palio foi em 1996 no Brasil, e impressionava pela modernidade: ao contrário de seu antecessor (que curiosamente até hoje não saiu de linha, devido as boas vendas), o Uno, contava com linhas arredondadas, frente baixa, para-brisas bastante inclinado e pelo desenho da traseira, com lanternas invadindo o vidro traseiro, de desenho irregular.No início eram oferecidas apenas duas versões, a EL 1.5, de 76 cv e a 1.6 16V, que tinha acabamento superior, e um motor de 106 cv, que permitia que o pequeno carro acelerasse de 0 a 100 km/hem menos de 10s. Também podia vir equipado com ar condicionado, freios ABS e foi o primeiro carro da categoria produzido no Brasil que podia vir equipado com Airbags. O carro também inovou em ser o primeiro do mercado brasileiro que podia contar com adaptação para deficientes físicos de fábrica: entre outras adaptações, uma porta traseira corrediça estava disponível.Ao contrário do Uno brasileiro, que usava uma suspensão traseira independente McPherson de feixes transversais (mesmo sistema usado no antigo Fiat 147), resistente, mas firme. O novo modelo vinha com eixo de torção, o mesmo sistema do Uno europeu, mais suave e com maior capacidade de filtrar as irregularidades do piso. A dianteira contava com um sub-chassi (espécie de estrutura entre a suspensão e o chassis do carro), o que permitia regulagem mais firme.O motor 1.5 era produzido no Brasil - variação do modelo que equipava a família Uno, mas com injeção multiponto e aperfeiçoamentos para um funcionamento mais suave. O 1.6 16V era importado da Itália, e sua potência e funcionamento despertaram admiração da imprensa especializada. Os dados da fábrica indicavam velocidade máxima de 190 km/h (mas outras pessoas que afirmam que possam passar dos 200 km/h), o que o deixava apto para enfrentar as versões esportivas de seus concorrentes, mas a versão não era caracterizada assim pelo fabricante, contando com acabamento familiar e suspensões reguladas para o conforto.Em julho de 1996 o carro era apresentado com o motor 1.0, que responderia pela maior parte de suas vendas. O motor Fiasa de 61cv equipava duas versões, a ED - que vinha apenas na versão três portas, com poucos equipamentos de série e rodas de ferro - e a EDX, de três ou cinco portas, mas com uma oferta um pouco maior de equipamentos, mas com para-choques em preto fosco.Em junho 1998 era a versão EL com ganha o motor 1.6 8V de 82cv, produzida na Argentina, que substituía o 1.5. O acabamento interno podia ser em azul, cinza ou vermelho. Já no início de 1999 os 1.0 foram renomeadas de ED para EX e EDX para ELX, que podia vir equipada com sistema de embreagem automática, chamado de Citymatic pela fábrica. Embora não fosse caro, o sistema não chamou atenção do mercado e logo foi descontinuado.A versão EL passava para ELX, com injeção multi-ponto e 92cv.Em fevereiro de 2000, era lançado o motor Fire 1.3 16V, produzido no Brasil e equipado com acelerador eletrônico Drive by Wire. A unidade desenvolvia 80 cv, e as versões equipadas com ele tinham acabamento interno prateado e o painel de instrumentos da versão topo de linha.
Segunda carroceria
A primeira reestilização, ou facelift, do Fiat Palio foi lançada em 2001. Erroneamente algumas pessoas chamam de 2ª geração, mas o que houve foi um redesenho da dianteira, traseira e interior feito pela ItalDesign de Giurgetto Giurgiaro, que esteve no Brasil para o lançamento do modelo. Alguns criticaram a semelhança da dianteira do modelo com a o Volkswagen Gol de terceira geração: os faróis e a grade dianteira estavam mais estreitos e retangulares, e o capô tinha vincos acentuados semelhantes ao modelo alemão. Na traseira, as lanternas estavam mais arredondadas, mas as mudanças não foram tão dramáticas. O painel era novo, apesar de manter o desenho básico da versão anterior.Junto ao novo desenho, novos motores de 1.0 litro foram apresentados: o Fire 1.0 8V, de 55cv - de potência menor que o antigo Fiasa (que a essa altura já tinha sido substituído, mas com uma melhor distribuição potência/RPM) - e 1.0 16V, de 70 cv. Eram mais modernos, leves e econômicos.As unidades 1.3 16V e 1.6 16V continuavam disponíveis. O modelo com o desenho da primeira geração, ainda não-desatualizado em relação à concorrência, continuava em linha, com o nome de Palio Young, até 2002, quando foi substituída por uma versão com o novo desenho e acabamento simples.Em resposta a diminuição do IPI, que favorecia motores de maior cilindrada, a Fiat rapidamente apresentou o Palio de motor 1.3 (1.250 cm³) em versão 8 válvulas, com 67 cv. Com menor potência que o antigo 1.0 de 16V, tinha mais torque em baixas rotações. Em 2003, aproveitando um acordo de fornecimento de motores com a General Motors, o excelente motor 1.6 16V, que sofria com os altos preços de importação da Itália, foi substituído pelo 1.8 8V de 103 cv de origem GM. Nesse mesmo ano o antigo Fiasa 1.5 voltou ao mercado, movido a álcool e equipando apenas os modelos básicos da linha, em versões destinadas principalmente a frotistas e empresas.A segunda versão do modelo não foi disponibilizada na África do Sul, que substituiu a primeira geração do modelo pela segunda reestilização, em 2003.Com a chegada da segunda versão ou reestilização, em 2004, o modelo anterior foi mantido na versão Fire, e em 2004 passou a utilizar os novos motores Fire agora com 65cv de potência.
Terceira carroceria
Em 2004 o estúdio Italdesign Giugiaro foi novamente requisitado para uma nova reforma no modelo. Embora mantivesse a mesma carroceria desde seu lançamento, o que caracteriza ainda uma mesma geração, os novos retoques tentavam diferenciar o Palio da concorrência e de suas duas versões anteriores: os faróis estavam maiores e abaulados em sua parte inferior, e a traseira exibia grandes lanternas retangulares verticais, que ainda invadiam uma pequena área do vidro traseiro, surgiu a versão HLX para substituir a versão Stile tanto no Palio quanto na Weekend, o Siena também ganhou essa versão e nessa geração a Palio Weekend Adventure finalmente se popularisou.Mas ainda não obteve o mesmo sucesso dos outros modelos.
O painel era completamente novo, com linhas mais retas e modernas, e foi o primeiro carro brasileiro do segmento a contar com bolsas infláveis frontais e laterais e toca-CD com MP3 player. Os materiais empregados em seu interior eram de melhor qualidade e o ambiente geral da cabine era agradável. Foi introduzido o motor Flex que é abastecido com álcool e gasolina: 1.0 8V, que desenvolvia 65 cv com gasolina e 66 com álcool; o 1.3 8V de 70 cv abastecido com gasolina e 71 cv com álcool e o 1.8 8V, com 106 e 110 cv, respectivamente. Em 2005, o motor 1.3 deu lugar a uma nova unidade 1.4 de 80 cv.A linha 2006 do carro podia contar com uma nova versão do motor GM 1.8, com reajustes na alimentação e árvores de balanceamento que deixavam seu funcionamento mais suave. Com 115 cv, a primeira versão equipada com esse motor foi a 1.8R, reedição das clássicas versões esportivas do Uno na década de 1980. A versão se diferencia por ter acabamento interno na cor vermelha; máscara negra nos faróis, rodas exclusivas e aerofólio traseiro, neste mesmo ano a linha Fire ganhou o visual da 2ª reestilização e o interior da 1ª.
Quarta carroceria
Desde o lançamento do segundo facelift, ou "terceira geração" do Palio, existiam rumores sobre a possível nova reestilização do projeto 178 - ou até mesmo a sua completa substituição pelo modelo europeu, Grande Punto.As especulações começaram a ganhar um rumo mais sólido em abril de 2006, quando o site chinês Auto Sohu conseguiu fotografar o novo Siena, em testes naquele país. Com diferenças significativas no conjunto óptico dianteiro, as hipóteses de uma pequena atualização ou a total descontinuação da linha para 2007 estavam descartadas. O projeto foi então confirmado pela Fiat, que começou uma campanha de marketing baseada no suspense em torno das novas linhas do veículo - a cada intervalo de tempo a fábrica divulgava um detalhe diferente do desenho.O Palio 2008 foi lançado no dia 28 de fevereiro de 2007. Os faróis de dupla parábola com formato irregular e uma leve abaulação deram lugar a faróis de parábola única e desenho convencional (parecidos com os do Grande Punto), que agora invadem as laterais - um retrocesso. A traseira também recebeu alterações: as lanternas traseiras invadindo o vidro da tampa. As lanternas estão instaladas em uma posição baixa e em um formato horizontal, diminuindo de tamanho em relação ao modelo anterior (foi considerada estranha por muitas pessoas). A placa de identificação voltou a ficar no para-choque, que por sua vez ficou mais proeminente. O vidro da tampa traseira deixou de se estender até as laterais, e agora está emoldurado e com um leve caimento em sua parte inferior.Nesta remodelação a Fiat alterou as laterais do modelo vincando as portas em duas posições e estendendo os pára-lamas. Tal procedimento, que envolve mais custos do que a mera re-estilização da dianteira e da traseira, faz desta a primeira modificação total da carroceria do Palio em onze anos de produção.A linha Palio 2008 está disponível nas versões ELX 1.0 e 1.4, e na versão 1.8R, que ganha a opção de carrocerias 3 e 5 portas. O novo motor 1.8 ficou agendado para estrear em meados de 2007 - e as motorizações presentes na geração anterior continuam em linha, sem aumento na potência específica.O Palio 1.8R passou a ser oferecido também na configuração duas portas, e foi o único da gama sem mudanças na disposição dos comandos, sendo alterados apenas as marcações no conta-giros e velocímetro, que agora, aumentam a escala ao se aproximarem do limite. A opção de duas portas apresenta agora um vidro lateral traseiro mais estreito e pontudo.Em 2008, a Fiat incluiu maior número de itens de série em todas as versões. Agora, todas (desde a básica ELX 2P) vêm com terceiro apoio de cabeça traseiro, rodas e pneus maiores, espelho cortesia para motorista e passageiro, porta-óculos, fárois de neblina e retrovisores na cor do veículo, direção hidráulica em todas as versões e passaram a ter como opcional o acesso ao comando de voz Bluetooth.A versão EX (básica) foi extinta da linha Palio por representar baixas vendas, a versão HLX (luxuosa) agora só e disponível na família Palio em um carro, o Fiat Siena. O interior do carro, em contraste com o exterior, foi mantido praticamente inalterado - com exceção de alguns comandos que trocaram de lugar, a exemplo do pisca-alerta que migrou do centro do painel para a parte de cima da alavanca de direção.O modelo 2010 foi lançado no Brasil no começo de 2009, com a frente de Siena/Weekend/Strada, que tem os faróis de dupla parabola, o Palio ainda ganhou versão ELX 1.8.A partir de julho de 2009, a versão ELX que vem equipada com motor 1.8 também poderá ser equipada com o sistema Dualogic que torna o carro automática sendo desnecessário o uso do pedal de embreagem. Na família Palio o Fiat Siena HLX e a Palio Adventure também receberam o novo câmbio como opcional.O Palio Fire, versão de entrada da família, continua a ser produzido, com o visual externo da segunda reestilização e o interior da primeira reestilização.
Primeira Carroceria
A primeira geração do Palio foi em 1996 no Brasil, e impressionava pela modernidade: ao contrário de seu antecessor (que curiosamente até hoje não saiu de linha, devido as boas vendas), o Uno, contava com linhas arredondadas, frente baixa, para-brisas bastante inclinado e pelo desenho da traseira, com lanternas invadindo o vidro traseiro, de desenho irregular.No início eram oferecidas apenas duas versões, a EL 1.5, de 76 cv e a 1.6 16V, que tinha acabamento superior, e um motor de 106 cv, que permitia que o pequeno carro acelerasse de 0 a 100 km/hem menos de 10s. Também podia vir equipado com ar condicionado, freios ABS e foi o primeiro carro da categoria produzido no Brasil que podia vir equipado com Airbags. O carro também inovou em ser o primeiro do mercado brasileiro que podia contar com adaptação para deficientes físicos de fábrica: entre outras adaptações, uma porta traseira corrediça estava disponível.Ao contrário do Uno brasileiro, que usava uma suspensão traseira independente McPherson de feixes transversais (mesmo sistema usado no antigo Fiat 147), resistente, mas firme. O novo modelo vinha com eixo de torção, o mesmo sistema do Uno europeu, mais suave e com maior capacidade de filtrar as irregularidades do piso. A dianteira contava com um sub-chassi (espécie de estrutura entre a suspensão e o chassis do carro), o que permitia regulagem mais firme.O motor 1.5 era produzido no Brasil - variação do modelo que equipava a família Uno, mas com injeção multiponto e aperfeiçoamentos para um funcionamento mais suave. O 1.6 16V era importado da Itália, e sua potência e funcionamento despertaram admiração da imprensa especializada. Os dados da fábrica indicavam velocidade máxima de 190 km/h (mas outras pessoas que afirmam que possam passar dos 200 km/h), o que o deixava apto para enfrentar as versões esportivas de seus concorrentes, mas a versão não era caracterizada assim pelo fabricante, contando com acabamento familiar e suspensões reguladas para o conforto.Em julho de 1996 o carro era apresentado com o motor 1.0, que responderia pela maior parte de suas vendas. O motor Fiasa de 61cv equipava duas versões, a ED - que vinha apenas na versão três portas, com poucos equipamentos de série e rodas de ferro - e a EDX, de três ou cinco portas, mas com uma oferta um pouco maior de equipamentos, mas com para-choques em preto fosco.Em junho 1998 era a versão EL com ganha o motor 1.6 8V de 82cv, produzida na Argentina, que substituía o 1.5. O acabamento interno podia ser em azul, cinza ou vermelho. Já no início de 1999 os 1.0 foram renomeadas de ED para EX e EDX para ELX, que podia vir equipada com sistema de embreagem automática, chamado de Citymatic pela fábrica. Embora não fosse caro, o sistema não chamou atenção do mercado e logo foi descontinuado.A versão EL passava para ELX, com injeção multi-ponto e 92cv.Em fevereiro de 2000, era lançado o motor Fire 1.3 16V, produzido no Brasil e equipado com acelerador eletrônico Drive by Wire. A unidade desenvolvia 80 cv, e as versões equipadas com ele tinham acabamento interno prateado e o painel de instrumentos da versão topo de linha.
Segunda carroceria
A primeira reestilização, ou facelift, do Fiat Palio foi lançada em 2001. Erroneamente algumas pessoas chamam de 2ª geração, mas o que houve foi um redesenho da dianteira, traseira e interior feito pela ItalDesign de Giurgetto Giurgiaro, que esteve no Brasil para o lançamento do modelo. Alguns criticaram a semelhança da dianteira do modelo com a o Volkswagen Gol de terceira geração: os faróis e a grade dianteira estavam mais estreitos e retangulares, e o capô tinha vincos acentuados semelhantes ao modelo alemão. Na traseira, as lanternas estavam mais arredondadas, mas as mudanças não foram tão dramáticas. O painel era novo, apesar de manter o desenho básico da versão anterior.Junto ao novo desenho, novos motores de 1.0 litro foram apresentados: o Fire 1.0 8V, de 55cv - de potência menor que o antigo Fiasa (que a essa altura já tinha sido substituído, mas com uma melhor distribuição potência/RPM) - e 1.0 16V, de 70 cv. Eram mais modernos, leves e econômicos.As unidades 1.3 16V e 1.6 16V continuavam disponíveis. O modelo com o desenho da primeira geração, ainda não-desatualizado em relação à concorrência, continuava em linha, com o nome de Palio Young, até 2002, quando foi substituída por uma versão com o novo desenho e acabamento simples.Em resposta a diminuição do IPI, que favorecia motores de maior cilindrada, a Fiat rapidamente apresentou o Palio de motor 1.3 (1.250 cm³) em versão 8 válvulas, com 67 cv. Com menor potência que o antigo 1.0 de 16V, tinha mais torque em baixas rotações. Em 2003, aproveitando um acordo de fornecimento de motores com a General Motors, o excelente motor 1.6 16V, que sofria com os altos preços de importação da Itália, foi substituído pelo 1.8 8V de 103 cv de origem GM. Nesse mesmo ano o antigo Fiasa 1.5 voltou ao mercado, movido a álcool e equipando apenas os modelos básicos da linha, em versões destinadas principalmente a frotistas e empresas.A segunda versão do modelo não foi disponibilizada na África do Sul, que substituiu a primeira geração do modelo pela segunda reestilização, em 2003.Com a chegada da segunda versão ou reestilização, em 2004, o modelo anterior foi mantido na versão Fire, e em 2004 passou a utilizar os novos motores Fire agora com 65cv de potência.
Terceira carroceria
Em 2004 o estúdio Italdesign Giugiaro foi novamente requisitado para uma nova reforma no modelo. Embora mantivesse a mesma carroceria desde seu lançamento, o que caracteriza ainda uma mesma geração, os novos retoques tentavam diferenciar o Palio da concorrência e de suas duas versões anteriores: os faróis estavam maiores e abaulados em sua parte inferior, e a traseira exibia grandes lanternas retangulares verticais, que ainda invadiam uma pequena área do vidro traseiro, surgiu a versão HLX para substituir a versão Stile tanto no Palio quanto na Weekend, o Siena também ganhou essa versão e nessa geração a Palio Weekend Adventure finalmente se popularisou.Mas ainda não obteve o mesmo sucesso dos outros modelos.
O painel era completamente novo, com linhas mais retas e modernas, e foi o primeiro carro brasileiro do segmento a contar com bolsas infláveis frontais e laterais e toca-CD com MP3 player. Os materiais empregados em seu interior eram de melhor qualidade e o ambiente geral da cabine era agradável. Foi introduzido o motor Flex que é abastecido com álcool e gasolina: 1.0 8V, que desenvolvia 65 cv com gasolina e 66 com álcool; o 1.3 8V de 70 cv abastecido com gasolina e 71 cv com álcool e o 1.8 8V, com 106 e 110 cv, respectivamente. Em 2005, o motor 1.3 deu lugar a uma nova unidade 1.4 de 80 cv.A linha 2006 do carro podia contar com uma nova versão do motor GM 1.8, com reajustes na alimentação e árvores de balanceamento que deixavam seu funcionamento mais suave. Com 115 cv, a primeira versão equipada com esse motor foi a 1.8R, reedição das clássicas versões esportivas do Uno na década de 1980. A versão se diferencia por ter acabamento interno na cor vermelha; máscara negra nos faróis, rodas exclusivas e aerofólio traseiro, neste mesmo ano a linha Fire ganhou o visual da 2ª reestilização e o interior da 1ª.
Quarta carroceria
Desde o lançamento do segundo facelift, ou "terceira geração" do Palio, existiam rumores sobre a possível nova reestilização do projeto 178 - ou até mesmo a sua completa substituição pelo modelo europeu, Grande Punto.As especulações começaram a ganhar um rumo mais sólido em abril de 2006, quando o site chinês Auto Sohu conseguiu fotografar o novo Siena, em testes naquele país. Com diferenças significativas no conjunto óptico dianteiro, as hipóteses de uma pequena atualização ou a total descontinuação da linha para 2007 estavam descartadas. O projeto foi então confirmado pela Fiat, que começou uma campanha de marketing baseada no suspense em torno das novas linhas do veículo - a cada intervalo de tempo a fábrica divulgava um detalhe diferente do desenho.O Palio 2008 foi lançado no dia 28 de fevereiro de 2007. Os faróis de dupla parábola com formato irregular e uma leve abaulação deram lugar a faróis de parábola única e desenho convencional (parecidos com os do Grande Punto), que agora invadem as laterais - um retrocesso. A traseira também recebeu alterações: as lanternas traseiras invadindo o vidro da tampa. As lanternas estão instaladas em uma posição baixa e em um formato horizontal, diminuindo de tamanho em relação ao modelo anterior (foi considerada estranha por muitas pessoas). A placa de identificação voltou a ficar no para-choque, que por sua vez ficou mais proeminente. O vidro da tampa traseira deixou de se estender até as laterais, e agora está emoldurado e com um leve caimento em sua parte inferior.Nesta remodelação a Fiat alterou as laterais do modelo vincando as portas em duas posições e estendendo os pára-lamas. Tal procedimento, que envolve mais custos do que a mera re-estilização da dianteira e da traseira, faz desta a primeira modificação total da carroceria do Palio em onze anos de produção.A linha Palio 2008 está disponível nas versões ELX 1.0 e 1.4, e na versão 1.8R, que ganha a opção de carrocerias 3 e 5 portas. O novo motor 1.8 ficou agendado para estrear em meados de 2007 - e as motorizações presentes na geração anterior continuam em linha, sem aumento na potência específica.O Palio 1.8R passou a ser oferecido também na configuração duas portas, e foi o único da gama sem mudanças na disposição dos comandos, sendo alterados apenas as marcações no conta-giros e velocímetro, que agora, aumentam a escala ao se aproximarem do limite. A opção de duas portas apresenta agora um vidro lateral traseiro mais estreito e pontudo.Em 2008, a Fiat incluiu maior número de itens de série em todas as versões. Agora, todas (desde a básica ELX 2P) vêm com terceiro apoio de cabeça traseiro, rodas e pneus maiores, espelho cortesia para motorista e passageiro, porta-óculos, fárois de neblina e retrovisores na cor do veículo, direção hidráulica em todas as versões e passaram a ter como opcional o acesso ao comando de voz Bluetooth.A versão EX (básica) foi extinta da linha Palio por representar baixas vendas, a versão HLX (luxuosa) agora só e disponível na família Palio em um carro, o Fiat Siena. O interior do carro, em contraste com o exterior, foi mantido praticamente inalterado - com exceção de alguns comandos que trocaram de lugar, a exemplo do pisca-alerta que migrou do centro do painel para a parte de cima da alavanca de direção.O modelo 2010 foi lançado no Brasil no começo de 2009, com a frente de Siena/Weekend/Strada, que tem os faróis de dupla parabola, o Palio ainda ganhou versão ELX 1.8.A partir de julho de 2009, a versão ELX que vem equipada com motor 1.8 também poderá ser equipada com o sistema Dualogic que torna o carro automática sendo desnecessário o uso do pedal de embreagem. Na família Palio o Fiat Siena HLX e a Palio Adventure também receberam o novo câmbio como opcional.O Palio Fire, versão de entrada da família, continua a ser produzido, com o visual externo da segunda reestilização e o interior da primeira reestilização.
Voyage || e ||| Gerações
Voyage Geração II
Em 12 de setembro de 2008 a Volkswagen anunciou o lançamento da segunda geração do Voyage, oferecido em quatro versões de acabamento: Voyage 1.0, Voyage 1.6, Voyage 1.6 Trend e Voyage 1.6 Comfortline.Com base no Gol, compartilhava os motores transversais de 1.0 (72 cv/76 cv, gasolina e álcool) e 1.6 (101 cv/104 cv, gasolina e álcool), este último com opção de câmbio automatizado I-Motion
Voyage Geração III
A terceira geração foi lançada no segundo semestre de 2012, já como modelo 2013. As principais mudanças foram a dianteira e a traseira.Na dianteira foram aplicados os faróis do Volkswagen Fox, de facho duplo com revestimento em máscara negra. Na traseira, novas lanternas, semelhantes a do Fiat Grand Siena, sendo que a fábrica anunciou inspiração no modelo Volkswagen Jetta.No interior, foi alterado o grafismo e a coloração do interior.Alguns itens de série foram incluídos no modelo, sendo o principal I-System.Os motores 1.0 e 1.6 foram modificados, sendo o 1.0 batizado de 1.0 Tec.Os atuais concorrentes são os modelos Chevrolet Cobalt e Fiat Grand Siena.
Em 12 de setembro de 2008 a Volkswagen anunciou o lançamento da segunda geração do Voyage, oferecido em quatro versões de acabamento: Voyage 1.0, Voyage 1.6, Voyage 1.6 Trend e Voyage 1.6 Comfortline.Com base no Gol, compartilhava os motores transversais de 1.0 (72 cv/76 cv, gasolina e álcool) e 1.6 (101 cv/104 cv, gasolina e álcool), este último com opção de câmbio automatizado I-Motion
Voyage Geração III
A terceira geração foi lançada no segundo semestre de 2012, já como modelo 2013. As principais mudanças foram a dianteira e a traseira.Na dianteira foram aplicados os faróis do Volkswagen Fox, de facho duplo com revestimento em máscara negra. Na traseira, novas lanternas, semelhantes a do Fiat Grand Siena, sendo que a fábrica anunciou inspiração no modelo Volkswagen Jetta.No interior, foi alterado o grafismo e a coloração do interior.Alguns itens de série foram incluídos no modelo, sendo o principal I-System.Os motores 1.0 e 1.6 foram modificados, sendo o 1.0 batizado de 1.0 Tec.Os atuais concorrentes são os modelos Chevrolet Cobalt e Fiat Grand Siena.
Voyage 1 Geração
Voyage Geração I
Início da produção do Voyage ("viagem" em francês) aconteceu em maio de 1981. O Voyage foi projetado e fabricado pela Volkswagen do Brasil, assim como o Gol, a Parati e a Saveiro, (a chamada família BX). O Voyage segue as linhas de tendência das décadas de 70 havendo grandes semelhanças entre este e outros carros da marca fabricados na Europa na década de 70, em especial com o Jetta I, a parte mecânica era a do Passat fabricado no Brasil, motor 1.5 refrigerado a água e câmbio de 4 marchas, encontrado nas versões a gasolina ou a álcool, nas versões de acabamento "S" = super, "LS"= luxo super e "GLS" = gran luxo super
Em 1980 o Voyage foi eleito "O Carro do Ano" pela revista Autoesporte e começou a ser exportado para países da América do Sul com o nome de Gacel, Amazon e posteriormente Senda (versão para a Argentina, com motor 1.9 litros a diesel).Em 1983 o Voyage movido a álcool passou a utilizar o motor MD 270 1.6 litros (mesmo do Passat TS), identificados pelo emblema "1.6" na grade do radiador, sendo este o motor o mais potente (81cv) que a Volkswagen do Brasil produzia até então. Ainda em 1983 foi lançada a primeira série especial: o Voyage Plus dentre os itens especiais tinham faróis de neblina, para-choques na cor do carro e calotas especiais, e também o Voyage Sedan de 4 (quatro) portas, na época com baixíssima aceitação, pois os brasileiros não gostavam de carros 4 portas (o inverso do que acontece hoje, onde a maioria prefere a comodidade ao design esportivo de um cupê).Em 1983 ainda, em São Paulo no Salão do Automóvel a Volkswagen apresentava um carro-conceito denominado Voyage Tecno, incorporando tudo o que o Departamento de Engenharia da Volkswagen acreditava que se tornaria normal nos veículos de produção num prazo de até 10 anos: painel de instrumentos digital, computador de bordo, rodas Pirelli, bancos de regulagem elétrica com memória, lanternas traseiras com luz negra, motor de 16 válvulas com injeção eletrônica, piloto automático, câmbio de 5 marchas e ABS, entre outros.Em 1984 todos os modelos passaram a ter o motor 1.6, inclusive a série especial "Los Angeles" (em comemoração as Jogos Olímpicos de Verão de 1984 em Los Angeles), diferenciando-se das demais versões pelos acessórios (que incluíam um pequeno aerofólio)volante do Passat TS febre da época, rodas aro 13 modelo "liga leve" frisos adesivos laterais vermelho e faixas adesivas laterais pretas traziam esportividade ao modelo adesivo "Los Angeles" no vidro traseiro e nos paralamas spoiler dianteiro acompanhado de faróis de milha Cibiê Serra II e a cor exclusiva um azul metálico, logo apelidado de "azul tampa de panela". A cor o azul enseada metálico era exclusivo do modelo, assim como os bancos Recaro de veludo navalhado cinza. Era oferecido apenas na versão a álcool do motor 1.6 com câmbio 4 marchas apenas o curto ou raríssimas unidades com câmbio 5 marchas. Suas vendas não atingiram as espectativas da montadora devido a rejeição da cor que para a época era muito chamativa e em um eventual reparo de funilaria seria difícil igualar a cor com os recursos existentes até então, o que obrigou muitos concecionários a mudar a cor do veículo por outros tons de azul ainda zero km, sendo que no total foram 300 unidades fabricadas de 3000 previstas tornando o modelo um dos mais raros Volkswagens fabricados cobiçado entre colecionadores e admiradores da marca[3]Em 1985 o câmbio de 5 (cinco) marchas era oferecido somente como item opcional, neste ano o Gol, até então equipado com motor 1.6 refrigerado a ar, passou por uma mudança, ficando com a frente e o motor iguais aos do Voyage, consagrando-o como sucesso de vendas da VW até hoje. Entra em cena a geração de motores AP (1.6 e 1.8)Em 1986 foi lançado o Voyage GLS Super, com motor 1.8 do Santana que também equipava Gol GT e Passat GTS Pointer e bancos Recaro,o carros eram marcado por sua arrancada imprisionante chegava de 0 a 100 km em 11,1 e sua velocidade final testada em pistas era de 178 km. um dos mais rapidos dos anos 80 ate 90.Em 1987 mudou externamente, ganhando novos faróis, grade e para-choques envolventes com cobertura plástica, e passando a ter câmbio de cinco marchas como item de série.
Em 1988 vieram novas portas, retrovisores, painel de instrumentos e acabamento interno. Nesta época as versões eram: "CL" = comfort luxo (AP 1.6 ou 1.8, "GL" = gran luxo (AP 1.8, ou "GLS - SUPER" (AP 1.8S). Neste mesmo ano, o Voyage começou a ser exportados para os EUA e o Canadá, com o nome Fox e mais de 2.000 modificações, incluindo injeção eletrônica (Bosch - KE Jetronic).O Voyage passou a utilizar o motor 1.6 CHT que Ford usava — que passou a ser chamado de AE-1600 (Alta Economia) — por causa da união com este fabricante, união denominada Autolatina. Apesar de não ter diminuído muito o consumo, sobretudo na versão a álcool, o motor ficou um pouco menos potente. Como alternativa, foi lançado uma série especial com motor AP 1.8 e 95cv, denominado Voyage Plus, que trazia ainda estofamento com tecido listrado com listras na cor do veículo, bem como paínel mais esportivo (o mesmo da versão GLS) e volante de Santana. Ainda em 1990, o VW Voyage 2 e 4 portas (como o nome de VW Senda) começou a ser produzido na Argentina em substituição ao VW 1500 (conhecido no Brasil como Dodge 1800 e Dodge Polara) modelo inicialmente prdouzido pela Chrysler-Fevre Argentina S. A. (incorporada pela Volkswagen em 1982).Em 1991 uma nova mudança nos faróis e na grade, porta malas de 420 litros. O motor 1.6 continuou a ser o AE 1.6, e no final foi introduzido o AP 1.8 na versão Cl.Nesta data algumas unidades de Voyages 4 portas nacionais (chassis iniciando em Bxx) foram fabricadas na unidade Anchieta SBC.Assim como alguns carros da época o Voyage passou a ser equipado com o catalisador para adequação do modelo junto as normas de emissões de poluentes. Neste ano também se dava o término da produção das unidades 4 portas nacionais. Mantendo o painel desde 1990, em 1992 um conta giros (RPM) é incrementado à este modelo.Em 1993 foi lançado o mais completo e mais potente Voyage, substituindo o Super: era o Voyage Sport 1.8S, que ficou em linha até 1994.Neste ano no versão 4 portas, o Voyage somente era fabricado na Argentina com motor 1.8. Ainda em 1993, com o fim da Autolatina, voltaram os motores AP 1.6, fora isto, em 1993 houve poucas mudanças resumidas a novos estilos de cor e acabamento.No final de 1994 o Voyage deixou de ser fabricado no Brasil, sendo produzido somente na Argentina. No final de 1995 o Voyage saiu de linha. Nessa época só duas versões eram produzidas: a GL 1.8 e a Special (apenas 4 portas). Seu substituto, o Polo Classic, também era fabricado na Argentina, com motor AP 1.8, colocado transversalmente e equipado com injeção eletrônica, porta-malas maior e design mundial Volkswagen.
Início da produção do Voyage ("viagem" em francês) aconteceu em maio de 1981. O Voyage foi projetado e fabricado pela Volkswagen do Brasil, assim como o Gol, a Parati e a Saveiro, (a chamada família BX). O Voyage segue as linhas de tendência das décadas de 70 havendo grandes semelhanças entre este e outros carros da marca fabricados na Europa na década de 70, em especial com o Jetta I, a parte mecânica era a do Passat fabricado no Brasil, motor 1.5 refrigerado a água e câmbio de 4 marchas, encontrado nas versões a gasolina ou a álcool, nas versões de acabamento "S" = super, "LS"= luxo super e "GLS" = gran luxo super
Em 1980 o Voyage foi eleito "O Carro do Ano" pela revista Autoesporte e começou a ser exportado para países da América do Sul com o nome de Gacel, Amazon e posteriormente Senda (versão para a Argentina, com motor 1.9 litros a diesel).Em 1983 o Voyage movido a álcool passou a utilizar o motor MD 270 1.6 litros (mesmo do Passat TS), identificados pelo emblema "1.6" na grade do radiador, sendo este o motor o mais potente (81cv) que a Volkswagen do Brasil produzia até então. Ainda em 1983 foi lançada a primeira série especial: o Voyage Plus dentre os itens especiais tinham faróis de neblina, para-choques na cor do carro e calotas especiais, e também o Voyage Sedan de 4 (quatro) portas, na época com baixíssima aceitação, pois os brasileiros não gostavam de carros 4 portas (o inverso do que acontece hoje, onde a maioria prefere a comodidade ao design esportivo de um cupê).Em 1983 ainda, em São Paulo no Salão do Automóvel a Volkswagen apresentava um carro-conceito denominado Voyage Tecno, incorporando tudo o que o Departamento de Engenharia da Volkswagen acreditava que se tornaria normal nos veículos de produção num prazo de até 10 anos: painel de instrumentos digital, computador de bordo, rodas Pirelli, bancos de regulagem elétrica com memória, lanternas traseiras com luz negra, motor de 16 válvulas com injeção eletrônica, piloto automático, câmbio de 5 marchas e ABS, entre outros.Em 1984 todos os modelos passaram a ter o motor 1.6, inclusive a série especial "Los Angeles" (em comemoração as Jogos Olímpicos de Verão de 1984 em Los Angeles), diferenciando-se das demais versões pelos acessórios (que incluíam um pequeno aerofólio)volante do Passat TS febre da época, rodas aro 13 modelo "liga leve" frisos adesivos laterais vermelho e faixas adesivas laterais pretas traziam esportividade ao modelo adesivo "Los Angeles" no vidro traseiro e nos paralamas spoiler dianteiro acompanhado de faróis de milha Cibiê Serra II e a cor exclusiva um azul metálico, logo apelidado de "azul tampa de panela". A cor o azul enseada metálico era exclusivo do modelo, assim como os bancos Recaro de veludo navalhado cinza. Era oferecido apenas na versão a álcool do motor 1.6 com câmbio 4 marchas apenas o curto ou raríssimas unidades com câmbio 5 marchas. Suas vendas não atingiram as espectativas da montadora devido a rejeição da cor que para a época era muito chamativa e em um eventual reparo de funilaria seria difícil igualar a cor com os recursos existentes até então, o que obrigou muitos concecionários a mudar a cor do veículo por outros tons de azul ainda zero km, sendo que no total foram 300 unidades fabricadas de 3000 previstas tornando o modelo um dos mais raros Volkswagens fabricados cobiçado entre colecionadores e admiradores da marca[3]Em 1985 o câmbio de 5 (cinco) marchas era oferecido somente como item opcional, neste ano o Gol, até então equipado com motor 1.6 refrigerado a ar, passou por uma mudança, ficando com a frente e o motor iguais aos do Voyage, consagrando-o como sucesso de vendas da VW até hoje. Entra em cena a geração de motores AP (1.6 e 1.8)Em 1986 foi lançado o Voyage GLS Super, com motor 1.8 do Santana que também equipava Gol GT e Passat GTS Pointer e bancos Recaro,o carros eram marcado por sua arrancada imprisionante chegava de 0 a 100 km em 11,1 e sua velocidade final testada em pistas era de 178 km. um dos mais rapidos dos anos 80 ate 90.Em 1987 mudou externamente, ganhando novos faróis, grade e para-choques envolventes com cobertura plástica, e passando a ter câmbio de cinco marchas como item de série.
Em 1988 vieram novas portas, retrovisores, painel de instrumentos e acabamento interno. Nesta época as versões eram: "CL" = comfort luxo (AP 1.6 ou 1.8, "GL" = gran luxo (AP 1.8, ou "GLS - SUPER" (AP 1.8S). Neste mesmo ano, o Voyage começou a ser exportados para os EUA e o Canadá, com o nome Fox e mais de 2.000 modificações, incluindo injeção eletrônica (Bosch - KE Jetronic).O Voyage passou a utilizar o motor 1.6 CHT que Ford usava — que passou a ser chamado de AE-1600 (Alta Economia) — por causa da união com este fabricante, união denominada Autolatina. Apesar de não ter diminuído muito o consumo, sobretudo na versão a álcool, o motor ficou um pouco menos potente. Como alternativa, foi lançado uma série especial com motor AP 1.8 e 95cv, denominado Voyage Plus, que trazia ainda estofamento com tecido listrado com listras na cor do veículo, bem como paínel mais esportivo (o mesmo da versão GLS) e volante de Santana. Ainda em 1990, o VW Voyage 2 e 4 portas (como o nome de VW Senda) começou a ser produzido na Argentina em substituição ao VW 1500 (conhecido no Brasil como Dodge 1800 e Dodge Polara) modelo inicialmente prdouzido pela Chrysler-Fevre Argentina S. A. (incorporada pela Volkswagen em 1982).Em 1991 uma nova mudança nos faróis e na grade, porta malas de 420 litros. O motor 1.6 continuou a ser o AE 1.6, e no final foi introduzido o AP 1.8 na versão Cl.Nesta data algumas unidades de Voyages 4 portas nacionais (chassis iniciando em Bxx) foram fabricadas na unidade Anchieta SBC.Assim como alguns carros da época o Voyage passou a ser equipado com o catalisador para adequação do modelo junto as normas de emissões de poluentes. Neste ano também se dava o término da produção das unidades 4 portas nacionais. Mantendo o painel desde 1990, em 1992 um conta giros (RPM) é incrementado à este modelo.Em 1993 foi lançado o mais completo e mais potente Voyage, substituindo o Super: era o Voyage Sport 1.8S, que ficou em linha até 1994.Neste ano no versão 4 portas, o Voyage somente era fabricado na Argentina com motor 1.8. Ainda em 1993, com o fim da Autolatina, voltaram os motores AP 1.6, fora isto, em 1993 houve poucas mudanças resumidas a novos estilos de cor e acabamento.No final de 1994 o Voyage deixou de ser fabricado no Brasil, sendo produzido somente na Argentina. No final de 1995 o Voyage saiu de linha. Nessa época só duas versões eram produzidas: a GL 1.8 e a Special (apenas 4 portas). Seu substituto, o Polo Classic, também era fabricado na Argentina, com motor AP 1.8, colocado transversalmente e equipado com injeção eletrônica, porta-malas maior e design mundial Volkswagen.
S-10
Anos e modificações
1995 Início da produção da cabine simples nas versões Standard e Deluxe na única opção de motor à gasolina de quatro cilindros, o 2.2 EFI;1996 início da produção da cabine estendida (apenas S10 Deluxe) e dupla, a linha passa a contar com dois novos motores: quatro cilindros 2.5 Maxion Turbo Diesel de 95 cavalos (apenas cabine dupla) e o 4.3 V6 Gasolina de 180 cavalos (apenas cabine estendida) disponível apenas na versão Deluxe;1997 os modelos passaram a utilizar 5 elementos de fixação em cada roda (anteriormente eram 6);início de fabricação da S10 Cab. Simples Deluxe 4.3 V6 Gasolina, e estendida à diesel;outubro: chega as lojas a linha 98, e as modificações baseiam-se no motor à gasolina de quatro cilindros, que de EFI, torna-se 2.2 MPFI;1998início da S10 Cab. Dupla Deluxe 4.3 V6 Gasolina;S10 Deluxe Champ 98 com motor 4.3 V6 Gasolina (cabine simples), e cor verde - Referência à Copa da França;inicia-se a fabricação das S10 e Blazer, com tração 4x4, nos motores 2.5 Maxion Turbo Diesel (exceção, cabine estendida) e 4.3 V6 Gasolina;último ano das S10 Deluxe e com o motor à gasolina de quatro cilindros 2.2 e da cabine estendida à diesel;1999 último de fabricação da cabine estendida e mudanças estéticas;início de fabricação da S10 Cab. Dupla Deluxe Executive 4.3 V6 4x2 ou 4x4 (automática);
2000 fim do motor 2.5 Maxion Turbo Diesel em virtude da chegada do motor 2.8 MWM Turbo Intercooler Diesel de 132 cavalos. Último ano dos modelos 4.3 V6 Gasolina com tração 4x4, e último ano da S10 Cab. Simples Deluxe 4.3 V6 Gasolina;S10 Barretos com motor 2.2 (cabine simples, série especial);dezembro: é realizada a grande mudança em toda linha S10 e Blazer (linha 2001). Por esse motivo também é reavaliada a estratégia de vendas da S10 assim como suas versões, o motor à gasolina de quatro cilindros, passa de 2.2 (110 cavalos) para 2.4 (128 cavalos), apenas na versão Standard (cabine simples e dupla), e as versões Deluxe 2.8 Turbo Diesel 4x2 e 4x4 (apenas cabine dupla), assumem o posto de "top", já que as versões 4.3 V6 Gasolina 4x2, são temporiariamente fora de linha;2001S10 Rodeio com motor 2.4 (cabine simples, série especial);abril: motor 4.3 V6 Gasolina 4x2, volta em cena nas versões Deluxe e Executive (apenas cabine dupla), há também a opção de transmissão automática;dezembro: encerrada a produção da S10 Cab. Dupla 4.3 V6 Gasolina 4x2 (automática);2002Início de fabricação da S10 Cab. Dupla Executive 2.8 Turbo Diesel 4x4 (mecânica);S10 Sertões 2.8 Turbo Diesel 4x4 (cabine simples e dupla, série especial);2003É realizada pequenas mudanças estéticas, as versões continuam sendo as mesmas (Deluxe passa para DLX) de 2002, com exceção da versão Sertões;
agosto: encerrada a produção da S10 Cab. Simples à Gasolina;versões passam a ser montadas por pacotes com base na versão Standard (linha 2004, e opção de pacote DLX para os modelos 2.4). O painel perdeu o voltímetro e o manômetro em virtude de custos;2004setembro: lançada a linha 2005 nos seguintes motores e versões, 2.4 Gasolina 4x2 (Colina e Tornado, apenas cabine dupla) e 2.8 Turbo Diesel 4x2 e 4x4; Colina (cabine simples e dupla); Tornado (cabine dupla); Executive (cabine dupla);2005agosto: mudanças na grade dianteira em formato de cruz, entrada de ar para refrigeração do motor. O motor 2.8 Turbodiesel ganhou gerenciamento eletrônico, três válvulas por cilindro e injeção por duto único (common-rail) de 132 cv passa a 140cv, aplicação de acelerador eletrônico e o sistema Track-Lock, um diferencial blocante. Início da S10 Cab. Dupla Advantage 2.4 Gasolina 4x2;2007novo motor 2.4 FlexPower, 141(G)/147(A)cv, na versão Advantage;2008restilização para a linha 2009 (capô, pára-lamas dianteiros e tampa traseira); Cab. Simples inicia a versão Advantage 2.4 Flexpower 4x2, e volta a ter a versão Executive à gasolina (cabine dupla, 2.4 Flexpower 4x2);2010novas grade frontal, tampa traseira e novos bagageiro no teto e o para-choque dianteiro, mesma motorização (2.4 FlexPower);2012 nova geração é lançada em fevereiro, com nova motorização 2.8 diesel, gerando 180 cv e novo câmbio automático de seis marchas.
1995 Início da produção da cabine simples nas versões Standard e Deluxe na única opção de motor à gasolina de quatro cilindros, o 2.2 EFI;1996 início da produção da cabine estendida (apenas S10 Deluxe) e dupla, a linha passa a contar com dois novos motores: quatro cilindros 2.5 Maxion Turbo Diesel de 95 cavalos (apenas cabine dupla) e o 4.3 V6 Gasolina de 180 cavalos (apenas cabine estendida) disponível apenas na versão Deluxe;1997 os modelos passaram a utilizar 5 elementos de fixação em cada roda (anteriormente eram 6);início de fabricação da S10 Cab. Simples Deluxe 4.3 V6 Gasolina, e estendida à diesel;outubro: chega as lojas a linha 98, e as modificações baseiam-se no motor à gasolina de quatro cilindros, que de EFI, torna-se 2.2 MPFI;1998início da S10 Cab. Dupla Deluxe 4.3 V6 Gasolina;S10 Deluxe Champ 98 com motor 4.3 V6 Gasolina (cabine simples), e cor verde - Referência à Copa da França;inicia-se a fabricação das S10 e Blazer, com tração 4x4, nos motores 2.5 Maxion Turbo Diesel (exceção, cabine estendida) e 4.3 V6 Gasolina;último ano das S10 Deluxe e com o motor à gasolina de quatro cilindros 2.2 e da cabine estendida à diesel;1999 último de fabricação da cabine estendida e mudanças estéticas;início de fabricação da S10 Cab. Dupla Deluxe Executive 4.3 V6 4x2 ou 4x4 (automática);
2000 fim do motor 2.5 Maxion Turbo Diesel em virtude da chegada do motor 2.8 MWM Turbo Intercooler Diesel de 132 cavalos. Último ano dos modelos 4.3 V6 Gasolina com tração 4x4, e último ano da S10 Cab. Simples Deluxe 4.3 V6 Gasolina;S10 Barretos com motor 2.2 (cabine simples, série especial);dezembro: é realizada a grande mudança em toda linha S10 e Blazer (linha 2001). Por esse motivo também é reavaliada a estratégia de vendas da S10 assim como suas versões, o motor à gasolina de quatro cilindros, passa de 2.2 (110 cavalos) para 2.4 (128 cavalos), apenas na versão Standard (cabine simples e dupla), e as versões Deluxe 2.8 Turbo Diesel 4x2 e 4x4 (apenas cabine dupla), assumem o posto de "top", já que as versões 4.3 V6 Gasolina 4x2, são temporiariamente fora de linha;2001S10 Rodeio com motor 2.4 (cabine simples, série especial);abril: motor 4.3 V6 Gasolina 4x2, volta em cena nas versões Deluxe e Executive (apenas cabine dupla), há também a opção de transmissão automática;dezembro: encerrada a produção da S10 Cab. Dupla 4.3 V6 Gasolina 4x2 (automática);2002Início de fabricação da S10 Cab. Dupla Executive 2.8 Turbo Diesel 4x4 (mecânica);S10 Sertões 2.8 Turbo Diesel 4x4 (cabine simples e dupla, série especial);2003É realizada pequenas mudanças estéticas, as versões continuam sendo as mesmas (Deluxe passa para DLX) de 2002, com exceção da versão Sertões;
agosto: encerrada a produção da S10 Cab. Simples à Gasolina;versões passam a ser montadas por pacotes com base na versão Standard (linha 2004, e opção de pacote DLX para os modelos 2.4). O painel perdeu o voltímetro e o manômetro em virtude de custos;2004setembro: lançada a linha 2005 nos seguintes motores e versões, 2.4 Gasolina 4x2 (Colina e Tornado, apenas cabine dupla) e 2.8 Turbo Diesel 4x2 e 4x4; Colina (cabine simples e dupla); Tornado (cabine dupla); Executive (cabine dupla);2005agosto: mudanças na grade dianteira em formato de cruz, entrada de ar para refrigeração do motor. O motor 2.8 Turbodiesel ganhou gerenciamento eletrônico, três válvulas por cilindro e injeção por duto único (common-rail) de 132 cv passa a 140cv, aplicação de acelerador eletrônico e o sistema Track-Lock, um diferencial blocante. Início da S10 Cab. Dupla Advantage 2.4 Gasolina 4x2;2007novo motor 2.4 FlexPower, 141(G)/147(A)cv, na versão Advantage;2008restilização para a linha 2009 (capô, pára-lamas dianteiros e tampa traseira); Cab. Simples inicia a versão Advantage 2.4 Flexpower 4x2, e volta a ter a versão Executive à gasolina (cabine dupla, 2.4 Flexpower 4x2);2010novas grade frontal, tampa traseira e novos bagageiro no teto e o para-choque dianteiro, mesma motorização (2.4 FlexPower);2012 nova geração é lançada em fevereiro, com nova motorização 2.8 diesel, gerando 180 cv e novo câmbio automático de seis marchas.
O Golf e suas gerações
Geração
Após o sucesso inicial do Golf no mercado europeu, veio a segunda geração na década de 80. Dotada de injecção electrónica Bosch K-Jetronic (CIS), não demorou até aparecer o primeiro GTi. Com motor 1.8 16v, o carro desenvolvia 139 cv na versão europeia e 129 no mercado norte-americano.
Terceira Geração
Ver artigo principal: Volkswagen Golf mk3A terceira geração foi lançada em 1991. No Brasil, foram comercializados os modelos GLX (2.0) e GL (1.8), além do GTi (2.0 8v dotado de fluxo cruzado de admissão) e o VR6 2.8. O GTi 2.0 16v não foi vendido no país. Na Europa, para além dos motores diesel 1.9 D 64cv, 1.9 TD 75cv e 1.9 TDI de 90 e 110cv, era possível encontrar também um motor 1.4 de 60cv, 1.6 de 75cv, um 1.6 GT com 101 cv e um 2.0 GTi de 150cv.
Quarta Geração
O Golf sofreu mais uma metamorfose chegando a sua quarta geração em finais de 1997, com motores 1.4 (75cv), 1.6 (101cv, EA113 também conhecido com SR), 2.0 (116cv), 1.8 (125cv), 1.8 Turbo (150cv e 180cv), 2.8 V6 (204cv) e 3.2 V6 (240cv). Em 2002 a quarta geraçao passou por pequenas mudanças, os repetidores do pisca laterais tornaram-se transparentes (antes eram âmbar), a versão GTi com o motor 1.8 Turbo passou a debitar 180cv em vez dos anteriores 150cv e no Brasil o motor 1.6 EA113 foi substituído pelo 1.6 EA111, dotado de acelerador eletrônico E-Gás. Em 2007 antes da reestilização o Golf IV original recebeu a tecnologia bicombustivel TotalFlex na versão 1.6. Mais conhecida como Golf 4 e 1/2, a atual geração comercializada no Brasil foi lançada em 2007 com motores 1.6 TotalFlex (101cv e 104cv), 2.0 (116cv), que em 2008 também recebeu a tecnologia TotalFlex (passando a contar com 116cv e 120cv). A versão GTi (equipada com um propulsor 1.8 Turbo de 180cv) deixou de ser produzida e comercializada no Brasil em 2009. No campo dos motores diesel apenas havia um bloco o conhecido 1.9 TDI tendo este saido com diversas potencias, no inicio da sua comercialização da 4 geração ou seja em finas de 1997 havia o 1.9 TDI de 90cv e 110cv. Em 1999 passa a haver o bloco de 115cv e este ja tinha caixa de 6 velocidades. Em 2001 saiu a versão de 150cv e no final do mesmo ano saiu a versão de 130cv que veio substituir o motor de 115cv. Tanto o 150cv como o 130cv também tinham caixa de 6 velocidades. Houve ainda uma versão de 100cv que tinha 5 velocidades.
Quinta Geração
Na Europa a quinta geração foi lançada ao fim de 2003. Conta com inovações como injecção directa de combustível, designada por FSI. Essa geração não foi comercializada no Brasil. Em Portugal havia o motor 1.4 16V de 80cv, 1.4 FSI 90cv, 1.4 TSI de 140cv e 170cv. O bloco 1.6 FSI debitava 115cv. O 2.0 GTI tinha 200cv e o R32 que era o topo de gama usava um bloco de 3.2 litros que debitava 250cv. No campo dos diesel a quinta geração tinha o 1.9 TDI 105cv, 2.0 TDI 140cv e 170cv. Em relação a caixa de velocidades havia de 5 e 6 velocidades manual e a fantastica caixa automatica DSG.
Sexta Geração
Disponível em Portugal desde Outubro de 2008 o novo Golf apresenta-se atraente com uma frente mais desportiva e atual. Mesmo assim a sexta geração do golf que mostra uma grande evolução ficando mais moderno e desejável na europa pais onde quem quiser dirigir um terá que visitar, deixando a quarta geração ainda na montagem de linha da fabrica no Brasil parada no tempo deixando um grande espaço entre o vw em relação seus adversários devido a sua ultrapassada tecnologia dos anos 90.
Conforto
Os níveis de insonorização e de conforto acústico superam todas as barreiras da classe. A aparência e a disposição dos materiais, bem como os detalhes como o alumínio escovado, a instrumentação circular e o volante derivados do Passat CC, deixam a impressão de que se está a bordo de um modelo do segmento superior.
Segurança
Os sistemas de assistência à condução, como o Controlo de Distância Automático (ACC), o chassis adaptativo (DCC) e a função de estacionamento automático (“Park Assist”), trazem para a a classe do Golf um valor acrescido. Em complemento, o novo Golf apresenta um nível máximo de protecção dos seus ocupantes: um novo dispositivo de controlo de estabilidade (ESP), com uma resposta mais precisa em todo o seu campo de acção; sete airbags (incluindo airbags para os joelhos); apoios de cabeça especiais (WOKS) que funcionam para contrariar o efeito de chicote; sistema de detecção de cinto de segurança nos lugares traseiros; luzes de presença diurnas. Na segurança passiva, o Golf VI estreia um novo sensor de detecção da severidade do embate. Localizado a meio do habitáculo, este sensor avalia e “sente” sinais de desaceleração de baixa frequência. Adicionalmente, acelerómetros especiais medem a frequência dos componentes numa faixa mais “audível”, sinais esses que são gerados quando as estruturas na zona dianteira do veículo começam a deformar-se. Esses sinais, ou “ondas sonoras” propagam-se muito rapidamente pelo veículo e permitem que o sistema avalie rápida e eficazmente a severidade da colisão, fazendo actuar os airbags e os pré-tensores dos cintos de segurança de acordo com os padrões da colisão.
Após o sucesso inicial do Golf no mercado europeu, veio a segunda geração na década de 80. Dotada de injecção electrónica Bosch K-Jetronic (CIS), não demorou até aparecer o primeiro GTi. Com motor 1.8 16v, o carro desenvolvia 139 cv na versão europeia e 129 no mercado norte-americano.
Terceira Geração
Ver artigo principal: Volkswagen Golf mk3A terceira geração foi lançada em 1991. No Brasil, foram comercializados os modelos GLX (2.0) e GL (1.8), além do GTi (2.0 8v dotado de fluxo cruzado de admissão) e o VR6 2.8. O GTi 2.0 16v não foi vendido no país. Na Europa, para além dos motores diesel 1.9 D 64cv, 1.9 TD 75cv e 1.9 TDI de 90 e 110cv, era possível encontrar também um motor 1.4 de 60cv, 1.6 de 75cv, um 1.6 GT com 101 cv e um 2.0 GTi de 150cv.
Quarta Geração
O Golf sofreu mais uma metamorfose chegando a sua quarta geração em finais de 1997, com motores 1.4 (75cv), 1.6 (101cv, EA113 também conhecido com SR), 2.0 (116cv), 1.8 (125cv), 1.8 Turbo (150cv e 180cv), 2.8 V6 (204cv) e 3.2 V6 (240cv). Em 2002 a quarta geraçao passou por pequenas mudanças, os repetidores do pisca laterais tornaram-se transparentes (antes eram âmbar), a versão GTi com o motor 1.8 Turbo passou a debitar 180cv em vez dos anteriores 150cv e no Brasil o motor 1.6 EA113 foi substituído pelo 1.6 EA111, dotado de acelerador eletrônico E-Gás. Em 2007 antes da reestilização o Golf IV original recebeu a tecnologia bicombustivel TotalFlex na versão 1.6. Mais conhecida como Golf 4 e 1/2, a atual geração comercializada no Brasil foi lançada em 2007 com motores 1.6 TotalFlex (101cv e 104cv), 2.0 (116cv), que em 2008 também recebeu a tecnologia TotalFlex (passando a contar com 116cv e 120cv). A versão GTi (equipada com um propulsor 1.8 Turbo de 180cv) deixou de ser produzida e comercializada no Brasil em 2009. No campo dos motores diesel apenas havia um bloco o conhecido 1.9 TDI tendo este saido com diversas potencias, no inicio da sua comercialização da 4 geração ou seja em finas de 1997 havia o 1.9 TDI de 90cv e 110cv. Em 1999 passa a haver o bloco de 115cv e este ja tinha caixa de 6 velocidades. Em 2001 saiu a versão de 150cv e no final do mesmo ano saiu a versão de 130cv que veio substituir o motor de 115cv. Tanto o 150cv como o 130cv também tinham caixa de 6 velocidades. Houve ainda uma versão de 100cv que tinha 5 velocidades.
Quinta Geração
Na Europa a quinta geração foi lançada ao fim de 2003. Conta com inovações como injecção directa de combustível, designada por FSI. Essa geração não foi comercializada no Brasil. Em Portugal havia o motor 1.4 16V de 80cv, 1.4 FSI 90cv, 1.4 TSI de 140cv e 170cv. O bloco 1.6 FSI debitava 115cv. O 2.0 GTI tinha 200cv e o R32 que era o topo de gama usava um bloco de 3.2 litros que debitava 250cv. No campo dos diesel a quinta geração tinha o 1.9 TDI 105cv, 2.0 TDI 140cv e 170cv. Em relação a caixa de velocidades havia de 5 e 6 velocidades manual e a fantastica caixa automatica DSG.
Sexta Geração
Disponível em Portugal desde Outubro de 2008 o novo Golf apresenta-se atraente com uma frente mais desportiva e atual. Mesmo assim a sexta geração do golf que mostra uma grande evolução ficando mais moderno e desejável na europa pais onde quem quiser dirigir um terá que visitar, deixando a quarta geração ainda na montagem de linha da fabrica no Brasil parada no tempo deixando um grande espaço entre o vw em relação seus adversários devido a sua ultrapassada tecnologia dos anos 90.
Conforto
Os níveis de insonorização e de conforto acústico superam todas as barreiras da classe. A aparência e a disposição dos materiais, bem como os detalhes como o alumínio escovado, a instrumentação circular e o volante derivados do Passat CC, deixam a impressão de que se está a bordo de um modelo do segmento superior.
Segurança
Os sistemas de assistência à condução, como o Controlo de Distância Automático (ACC), o chassis adaptativo (DCC) e a função de estacionamento automático (“Park Assist”), trazem para a a classe do Golf um valor acrescido. Em complemento, o novo Golf apresenta um nível máximo de protecção dos seus ocupantes: um novo dispositivo de controlo de estabilidade (ESP), com uma resposta mais precisa em todo o seu campo de acção; sete airbags (incluindo airbags para os joelhos); apoios de cabeça especiais (WOKS) que funcionam para contrariar o efeito de chicote; sistema de detecção de cinto de segurança nos lugares traseiros; luzes de presença diurnas. Na segurança passiva, o Golf VI estreia um novo sensor de detecção da severidade do embate. Localizado a meio do habitáculo, este sensor avalia e “sente” sinais de desaceleração de baixa frequência. Adicionalmente, acelerómetros especiais medem a frequência dos componentes numa faixa mais “audível”, sinais esses que são gerados quando as estruturas na zona dianteira do veículo começam a deformar-se. Esses sinais, ou “ondas sonoras” propagam-se muito rapidamente pelo veículo e permitem que o sistema avalie rápida e eficazmente a severidade da colisão, fazendo actuar os airbags e os pré-tensores dos cintos de segurança de acordo com os padrões da colisão.
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